Entrar e permanecer numa empresa por um bom período de tempo é coisa cada vez mais rara. Vencem aqueles que possuem currículo mais recheado, com cursos de línguas, especializações, mestrados, doutorados, ou a tal "experiência". Vencem os que se comunicam mais, são flexíveis e conseguem resolver problemas. Mas, acima de tudo, uma importante característica, a iniciativa, parece ser decisiva nas contratações.
A determinação de deixar a família e amigos, e viver ou estudar em outro país, demonstra vontade de aprender e adaptar-se ao desconhecido. E cada vez mais jovens e adultos investem nessa alternativa. Quem estuda no exterior invariavelmente sofre mudanças. A pessoa volta diferente, seja no visual, na sua forma de ver o mundo, seja nos seus objetivos.
"Conta muito para o currículo ter uma experiência no exterior. Isso desenvolve algumas habilidades, como a independência da pessoa, contribui para que ela perca o medo de ousar e confrontar o novo. E, com certeza, estes são requisitos fundamentais para o profissional de hoje", assegura Maura Leão, diretora de operações da Belta (Brazilian Educational & Language Travel Association), entidade que reúne as principais instituições brasileiras que trabalham nas áreas de cursos, estágios e intercâmbios.
PÁGINAS :: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | Próxima >>