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1. Dê um basta logo de início! Ao menor sinal de jo-gatina, já corte as asinhas do seu namorado. Avise das possíveis punições que ele irá receber. Seja con-vincente e cumpra as ameaças, senão você perde o crédito.
2. Junte a infantaria! Duas é melhor que uma. Cha-me as outras namoradas e parta para o ataque em pelotão.
3. Trazendo um inimigo! Como quem não quer nada, chame aquele amigo mais bobinho para conversar na cozinha. Quem sabe não pinta um ciúme? Um deser-tor pode ajudar a levar outros para o “lado feminino da força”.
4. Distraindo a atenção! Coloquem perto dos “vicia-dos” um tipo de música bem feminina. Quando as primeiras lamentações acontecerem, aumente o volu-me! Danças sexies costumam agilizar o processo.
5. Perdendo a linha! Em último caso, apele! Dê uma de desajeitada e tropece “sem querer” no o. Logo depois esconda o CD, como quem não quer nada. Se alguma cara feia surgir, você terá o apoio feminino ao seu lado. Em caso de persistência, radicalize e durma de calça jeans. |
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CENÁRIO: UMA REUNIÃOZINHA EM CASA. VÁ- RIOS CASAIS DE AMIGOS ESTÃO CHEGANDO PARA AQUELA BOA CONVERSA REGADA A MUITA CERVEJA. Certo? Não, se na TV estiver conectado um Playstation® e dentro dele “Winning Eleven” – famoso jogo de chuteiras virtuais. A combinação videogame e futebol acaba com qualquer tentativa de integração entre homens e mulheres.
Não importa o tempo, cinco minutos na frente da TV já serão suficientes para as reclamações: “Ai, homem é tudo igual mesmo, nunca vi ficar o dia inteiro na frente dessa coisa”. Ou a famosa: “Você prefere o videogame à sua namorada, né?!”. O contra-ataque masculino vem a seguir: “Só entende quem joga” ou “você não joga porque não quer!”.
A disputa NAMORADA X VIDEOGAME é uma guerra cheia de detalhes e estratégias. Para o homem, essa contenda exige muito poder de persuasão e memória, como ressalta o recém-formado em engenharia, Edwin Nardelli. “É sempre bom ter algumas cartinhas na manga, como, por exemplo, lembrar das vezes em que você atura a mãe dela, falando da vida dos outros ou até mesmo sua paciência inesgotável para agüentar uma tarde inteira de compras no shopping”. A namorada de Edwin, Vivian, também tem suas táticas para “desarmar” o amado, como a chantagem emocional. Esta é sempre uma boa para tentar tirá-lo da frente da TV. Ela diz coisas do tipo: “Você nunca tem tempo pra mim” ou “essa é a primeira e a última vez que saio com os seus amigos”. Em alguns casos, unir forças com as outras namoradas é válido, afirma. Uma ameaça de dor de cabeça para azedar a noite juntos é, muitas vezes, fatal. Game over? Depende do nível do vício.
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